Nós

DANIEL ISSA – voz. Lattes.

Doutor em musicologia pela Sorbonne Université, é Arquiteto e Urbanista pela USP, diplomado em Música Antiga pela Schola Cantorum Basiliensis, Master of Arts pela Musikhochschule Luzern e Master of Advanced Studies pela Fachhochschule Nordwestschweiz. Foi conferencista no Centre de Musique Baroque de Versailles, no 2nd Transnational Opera Studies Conference em Berna, e na Österreichische Gesellschaft für Musik, em Viena. Em 2020, ministrou curso dentro da cadeira Histoire de l’Interprétation des musiques anciennes do Master de Musique et Musicologie na Sorbonne Université. Membro do IREMUS (Institut de Recherche en Musicologie), da AMAS (Association de Musique Ancienne en Sorbonne) e do grupo de estudos Sentidos do Barroco vinculado à PUC-SP. Como cantor solista, atuou em The Fairy Queen de Purcell, Medée de Charpentier (Theater Basel, Suíça), Céphale et Procris de Jacquet de la Guerre (Markgräfliches Opernhaus Bayreuth, Alemanha), La Sonnambula de Bellini (Theater Biel-Solothurn, Suíça) e na criação da ópera Lunea de Heinz Holliger (Opernhaus Zurich, Suíça), entre outras. Teve papéis escritos para sua voz nas óperas Romulus der Grösse de Andreas Pflüger e Shiva for Anne de Mela Meierhans. Com um repertório que vai do medieval ao contemporâneo atuou em países como Suíça, Alemanha, França, Áustria, Itália, Portugal, República Tcheca, Letônia e China e participou de gravações para Deutsche Harmonia Mundi, Deutsche Grammophon, ORF, Claves e Pan Classics.

GISELA NOGUEIRA – viola de arame, violão. Lattes.

Gisela estudou violão clássico com o mestre Isaías Sávio em São Paulo. É doutora em Ciências da Comunicação pela ECA-USP, com a tese A Viola com Anima: uma construção simbólica. Realizou especialização e posterior titulação de Master of Music in Performance pelo Royal Northern College of Music em convênio com The Victoria University of Manchester. Atua no ensino da música no Brasil como professora do Departamento de Música do Instituto de Artes da UNESP. Apresentou-se como violonista e intérprete de instrumentos da família das guitarras em tournées pela Inglaterra, outros países europeus e pelo Brasil. Especializou-se na técnica da Viola de Arame,
a convite de Anna Maria Kieffer, para participar da documentação fonográfica da música brasileira dos séculos XVIII e XIX. Gisela gravou diversos trabalhos junto aos artistas: Luiza Sawaya, Anna Maria Kieffer, Edelton Gloeden, Gustavo Costa e com os Grupos Carmina de Música Antiga e ANIMA. Integrou o Núcleo Tálea de música medieval, coordenado pelo cantor e medievalista Fernando Carvalhaes.

viola de arame construída por Roberto Gomes,
São João Del Rey, MG, 1988, sobre modelo original encontrado em Tiradentes, Fazenda Capivari, datado do ano 1765

HUGO PIERI – voz. Lattes.

O barítono, Hugo Pieri, nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais. Formou-se em Regência pela Universidade Federal de Minas Gerais. Na Europa, a partir de 2005, especializou-se em canto tendo como foco a interpretação da música barroca. Em 2007 obtém o Diploma de Estudos Musicais pelo Conservatório de Estrasburgo na França e em 2012 conclui o mestrado em performance em Canto na Música Antiga pela Escola Superior de Música em Trossingen, na Alemanha, nas classes dos professores Gundula Anders e Jan van Elsacker. Atua como solista, coralista e integra vários grupos de música antiga em diversos países: Schola Stralsundensis (Holanda) e Los Biganos (França) e junto aos músicos Hervé Niquet, Martin Gester e Maurice van Lieshout. Paralelo à sua atuação como cantor, desenvolveu trabalho como regente e professor de voz no Projeto Guri, São Paulo. Em seu projeto O Canto Livre alia as diversas influências vivenciadas em práticas corporais e energéticas à técnica vocal e ao fazer musical. Seu trabalho como performador da música visa investigar e conectar arte, corporalidade e presença.

BÀBÁ LEANDRO PEREZ– abaques hun, humpi e lé, percussões afro-brasileiras e voz (Ilé Aláketú Àṣẹ Aira – Àṣẹ Batistini e Ilé Aláketú Yeye Kare Àṣẹ Ajagunan – TUVT

Músico e ator, o Bàbá Leandro Perez especializou-se como percussionista, trabalhando a musicalidade e suas interfaces no treinamento do ator.
Pesquisador da cultura popular brasileira, especificamente a afro-brasileira é professor de percussão, capoeira e teatro. Há mais de dez anos é ogã (tocador de atabaques) no Terreiro de Umbanda e Candomblé Tenda de Umbanda Caboclo Vira-Mundo e Caboclo Treme-Terra, na zona norte de São Paulo. Como ator é palhaço, graduado no curso de Licenciatura em Arte-Teatro pelo IA – UNESP – Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, com a monografia O ogã-de-teatro: O(s) trânsito(s) entre a prática artística e a religiosa.

Estudou a percussão Malinkê e ritmos originários do Oeste da África. Desenvolve pesquisa voltada para a música popular brasileira, especialmente de manifestações populares, como o Candomblé, Umbanda, Bumba meu Boi, Jongo, Capoeira, Samba de roda e Congadas. Como músico-intérprete e diretor musical integra espetáculos junto às companhias de dança negra contemporânea, como: Nave Gris Cia.
Cênica (desde 2013), o Coletivo Desvelo (desde 2015) e também o Grupo Cachuera!. Atua como arte-educador em diversos projetos, oficinas e cursos que envolvem a cultura do brincar e as culturas de matrizes afro-brasileiras.

atabaque de tarracha rum (1) autor Luis Poeira, Instituto Tambor. 2019, São Paulo, SP

LUIZ FIAMINGHI – rabecas brasileiras, vielle. Lattes.

Fiaminghi nasceu em São Paulo, em 1958.
Professor associado da UDESC – Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, nas áreas de musicologia/etnomusicologia,
percepção musical e práticas interpretativas.
Seus projetos de pesquisa concentram-se na música dos sécs. XVII e XVIII, retórica musical, violino barroco, rítmica e rabeca brasileira. Como diretor executivo, diretor musical e produtor do Grupo ANIMA, realizou turnês no Brasil e no exterior e foi ganhador dos prêmios APCA (1998), Carlos Gomes (2000), Prêmio Funarte de Música Brasileira (2012). Concluiu seu doutorado em práticas interpretativas pela UNICAMP, com a tese Violino violado: rabeca, hibridismo e desvio do método nas práticas interpretativas contemporâneas – tradição e inovação em José Eduardo Gramani. Por essa mesma universidade bacharelou-se em composição em 1996. Atuou em diversas orquestras barrocas, dentre elas a Orquestra Barroca da Comunidade Europeia. Realizou especialização em Cultura Barroca, pela UFOP, MG, recebendo orientação do Prof. Dr. João Adolfo Hansen (USP) em sua dissertação Violino e Retórica na Escola de Violino de Francesco Geminiani. Na sua formação como violinista teve como mestre Paulo Bosísio, no Brasil e posteriormente especializou-se em violino barroco na Holanda com Marie Leonhardt e Alda Stuurop. Hoje atua como membro do conjunto Os Músicos de Capella, sob direção de Luis Otavio Santos, São Paulo. Integrou o Núcleo Tálea de música medieval, coordenado pelo cantor e medievalista Fernando Carvalhaes.

rabeca (1) construída por Nelson da Rabeca, Marechal Deodoro, AL; madeira raiz de jaqueira; afinação Sol2/Ré3/Sol3/Si3

rabeca (2) construída por Nelson da Rabeca, Marechal Deodoro, AL; madeira gameleira; afinação Lá2/Mi3/Lá3/Dó#3

rabeca (3) construída por Nelson da Rabeca, Marechal Deodoro, AL; madeira pau mijão; afinação Mi 2/Si 2/Mi 3/Sol#3

rabeca “Seu” Nelson / Brazilian fiddle (1) “Seu” Nelson construtor: Nelson da Rabeca, Marechal Deodoro, AL; madeira: raiz de jaqueira; afinação: Sol/Ré/Fá/Lá

Brazilian fiddle (2) made by Nelson da Rabeca, Marechal Deodoro, AL; wood of jaca tree root; tuning: A2/E3/A3/C#3

Brazilian fiddle (3) made by Davino Aguiar, Cananéia, SP; caxeta wood; tuning: G2/D3/A3

rabeca Fernando Vanini / Brazilian fiddle Fernando Vanini construtor: Fernando Vanini, Campinas, SP; madeira: marupá; afinação: Lá/Ré/Lá/Ré

rabeca “Seu” Martinho / Brazilian fiddle “Seu” Martinho construtor: Martinho dos Santos, Morretes, PR; madeira: caxeta; afinação: Sol/ Ré/Sol/Si

vielle sobre modelo (iconografia) medieval européia construtor: Fábio Vanini, São Paulo, SP; madeira: marupá; afinação: Sol/Ré/Sol/Si

PAULO DIAS – percussão, órgão portativo

Nascido em São Paulo em 1960, é músico, produtor e livre-pesquisador de música.
Tem como mestres de tradições afro-brasileiras, entre outros, Seu Romário Caxias no Batuque de Capivari, capitães Dirceu Ferreira Sérgio e João Lopes nos Reinados Mineiros, Antonio Marcondes Filho (Totonho) e Dona Maria José Martins (Dª Masé) no Jongo do Tamandaré, ogã Leandro Peres no Candomblé. Estudou piano com Anna Stela Schic e Pierre Sancan; cravo com Helena Jank e órgão com Doroteia Kerr. Bacharelou-se em piano na UNICAMP, SP, como aluno de Fernando Lopes. Foi professor e pianista correpetidor no Coral da USP. Desde 1988 dedica–se ao mapeamento, documentação e estudo das comunidades detentoras de tradições musicais populares, mais especificamente aquelas com forte presença centro-africana na Região Sudeste. Fundou e dirige a Associação Cultural Cachuera!, voltada ao registro, divulgação e reflexão sobre as culturas populares brasileiras, com várias publicações em CD, video-documentário, livros, junto com a realização de eventos públicos sobre o tema. Pela Associação Cultural Cachuera! recebeu a premiação “Ordem do Mérito Cultural” do governo Lula. Como ensaísta publica no Brasil e exterior. É membro da cátedra Kaapora, da UNIFESP, que tem por objetivo lutar pela presença epistêmica indígena e afrodescendente nessa instituição, rumo à simetrização com o modo acadêmico-ocidental de produção de conhecimento hoje dominante.

organetto medieval, 26 tubos com fole, construído sobre modelo iconográfico. Alemanha, 2011.

agogôs de castanha (coco de castanha-do-pará) construído por Marinheiro, Feira de Santana, BA

atabaques de tarracha rumpi (1), autor Luis Poeira, Instituto Tambor. 2019, São Paulo, SP

banza ou chocalho de vime (3), autor desconhecido. São Tomé e Príncipe

caixa de banda cabaçal (12 “) autor desconhecido, Juazeiro do Norte, CE

caixa de congo (15 “) construído por Rômulo de Albuquerque, São Paulo, SP

caixa do divino maranhense construída por Alex Macedo, São Paulo, SP

caixa de moçambique (19 “) construída por Capitão João Lopes, Irmandade de N.Sª. do Rosário de Jatobá, Belo Horizonte, MG

canzá (reco-reco de catupé) autor desconhecido, Perdões, MG

caxixis autor desconhecido, São Paulo, SP

caxixis duplos autor desconhecido, adquiridos na feira de S. Cristóvão, Rio de Janeiro, RJ

chocalho de aguaí e colar de semente de seringueira ticuna autor ticuna desconhecido, Alto Solimões, AM

cinto de pequi caiapó construído por Miki Caiapó, Aldeia Gorotire, PA

gã (2), autor desconhecido. Salvador, BA

gongo (35 “) construído porGeorg Ehrenwinkler, Campinas, SP

guizos de tornozelo autor desconhecido, Índia

gungas (chocalhos de tornozelo de moçambique) construído por Paulo Dias, São Paulo, SP

maracá de coité caiapó construído por Cramb-Am Caiapó, Aldeia Au-kre, PA

órgão portativo 26 tubos (4) (modelo “Huelgas”),
Stefan & Anette Keppler Wolkenstayn, 2011. Koetz, Alemanha

pandeiro (11 “) construído por Fernando Boi, São Paulo, SP

pandeiro 11″ (6), Fernando “Boi” Gontijo. São Paulo, SP

pandeirão 17” (5) com afinação pneumática. Autor desconhecido

pandeirão maranhense de bumba-boi com tarrachas (18 “) construído por Alfredo Madredeus, São Paulo, SP

patagonga ou patangome (chocalho circular de moçambique) autor descohecido, Uberlândia, MG

ritinta maranhense utilizada como tamborinho de congo (6,5 “) construído por Bicho Terra, São Luís, MA

sinos de montaria autor desconhecido, Évora, Portugal

tambu de gameleira construído por Salomma Salomão (Salomão Jovino dos Santos), São Paulo, SP

vaso de cerâmica construído por Leonora Ferreira, São Paulo, SP

SILVIA RICARDINO – harpa medieval

Iniciou seus estudos de piano e harpa em São Paulo como aluna de piano de Henriqueta Ricardino e Fritz Jank, entre outros. Estudou harpa de concerto, em São Paulo, com Laura Ferraro, Elsa Guarnieri e Henriqueta Ricardino. Aperfeiçoou-se, em Paris, com a harpista e compositora Annie Challan. Lecionou História da Música e História da Arte na Faculdade de Música Carlos Gomes, de São Paulo. Idealizou e apresentou programas sobre a harpa produzidos e transmitidos pela Rádio Cultura FM, de São Paulo. Foi professora de harpa da Escola Municipal de Música de São Paulo e membro da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. Desde 1984 atua em duo com o flautista Marco Antonio Cancello. Integrou o Núcleo Tálea de música medieval, coordenado pelo cantor e medievalista Fernando Carvalhaes. Dedicando-se preferencialmente à música de câmara, é intérprete de harpa de concerto, harpa celta e harpa medieval. Silvia também é tradutora de grego moderno, em especial da obra do cretense Nikos Kazantzákis, de quem traduziu diretamente para o português O Capitão Mihális, Vida e Proezas de Aléxis Zorbás e Ascese, todos editados pela Grua Livros, São Paulo.

harpa modelo troubadour de 22 cordas,
Camac, França, 1984

VALERIA BITTAR – flautas doce medieval e renascentista e flautas indígenas brasileiras. Lattes.

Nasceu em São Paulo, em 1962. Estudou flauta doce com João Dias Carrasqueira, mestre do choro paulista. Bacharelou-se em flauta doce na Universidade de Música e Artes Dramáticas de Viena, Áustria, como bolsista da Fundação Alban Berg de Apoio à Pesquisa de Música Contemporânea. Participou de master classes na Alemanha, Suíça, Holanda e Itália. Sob orientação da Profª. Drª. Suzi Sperber, doutorou-se em Artes (Poéticas da Escritura Cênica) na UNICAMP com a tese Músico e Ato. Trabalha sobre performance em música através da percepção corpórea, sendo formada em Didática da Técnica Klauss Vianna – Escuta do Corpo. É professora de Prática de Conjunto e flauta doce na Universidade do Estado de Santa Catarina, Florianópolis, onde também coordena o projeto de pesquisa Músicos, música e instrumentos: investigação da performance na música histórica e na música popular tradicional e o programa de extensão Flauta Doce – performance e formação. Responsável pela direção executiva e produção gráfica dos CD’s e espetáculos do Grupo ANIMA, do qual é fundadora: Mar Anterior (2018-2020), Encantaria (2012-2016), Donzela Guerreira (2008-2013), Espelho (2006), Amares (2003), Especiarias (2000), Espiral do Tempo (1998). Como integrante do Grupo ANIMA recebeu os prêmios: FUNARTE MÚSICA BRASILEIRA (2012), APCA (1998) e V Prêmio Carlos Gomes (2.000), apresentando-se em todo o Brasil, na Alemanha, Áustria, Suíça, França, Itália, Luxemburgo, EUA, Canadá, Argentina, Bolívia, Paraguai, Colômbia, Uruguai e México. É integrante do grupo Harmonia Universalis de música antiga e integrou o Núcleo Tálea de música medieval, coordenado por Fernando Carvalhaes.


flauta bassetto em fá (1) construída por Francesco Li Virghi, Orte, Itália, 2023, a partir de originais, com provável autoria de  Hieronymus Salombron de Veneza (HIER.S), preservados no Museu de História da Arte de Viena, Áustria. O conjunto desses instrumentos é representado em gravura no tratado Syntagma MusicumDe Organographia (1618), de Michael Praetorius, razão pela qual esse modelo de flautas é denominado de Flautas Praetorius. Propriedade do  Laboratório de Instrumentos Históricos e Populares Tradicionais da UDESC. 


flauta tenor em ré (2) construída por Francesco Li Virghi, Orte, Itália, 2023, a partir de afresco  (ca. 1469) da Sala dos Meses (Salone dei Mesi), Palácio Schifanoia, Ferrara, Itália, da alegoria que representa o mês de abril, de autoria de Francesco del Cossa, Ercole de ‘Roberti e Gherardo di Andrea Fiorini. Propriedade do  Laboratório de Instrumentos Históricos e Populares Tradicionais da UDESC. 


flauta tenor em dó (3) construída por Luca de Paolis, L’Aquila, Itália, 2005, a partir de instrumentos originais de C. Rafi e P. Grece (Itália, sécs. XVI-XVII), que se encontram na Accademia Filarmonica di Bologna, Itália.


flauta contralto em fá (4) construída por Monika Musch, Freiburg, Alemanha, 2015, a partir de  ilustração contida no tratado La Fontegara, de Sylvestro Ganassi (Veneza, Itália 1492 – ?) e de original (SAM 135) preservado no Museu de História da Arte de Viena, Áustria.


flauta soprano em dó (5) construída por Monika Musch, Freiburg, Alemanha, 2015, a partir de  ilustração contida no tratado La Fontegara, de Sylvestro Ganassi (Veneza, Itália 1492 – ?) e de original (SAM 135) preservado no Museu de História da Arte de Viena, Áustria.C soprano recorder (5): made by Monika Musch, Freiburg, 2015, after Sylvestro Ganassi (Venice 1492 – ?).


flauta soprano em dó (6) construída por Francseco Li Virghi (Orte, Itália), 2023, a partir de iconografia contida no livro Der Fluyten Lust-Hof (Utrecht, 1644), de Jacob van Eyck (Holanda, ca. 1590 – 1657). Propriedade do  Laboratório de Instrumentos Históricos e Populares Tradicionais da UDESC. Propriedade do  Laboratório de Instrumentos Históricos e Populares Tradicionais da UDESC. 


flauta contralto em fá (7) construída em 1981 por Frederick Morgan (Austrália, 1940 – 1999),  de acordo com modelo de Jacob Denner (Nuremberg, Alemanha, 1681 – 1785), preservado no Museu Nacional Alemão de Nuremberg.


flauta contralto em sol (8) construída por Francesco Li Virghi, Orte, Itália, 2023, a partir de afresco  (ca. 1469) da Sala dos Meses (Salone dei Mesi), Palácio Schifanoia, Ferrara, Itália, da alegoria que representa o mês de abril, de autoria de Francesco del Cossa, Ercole de ‘Roberti e Gherardo di Andrea Fiorini. Propriedade do  Laboratório de Instrumentos Históricos e Populares Tradicionais da UDESC. 


flauta Kuluta (9) etnia Kalapalo, Alto Xingu, MT.